Arquivo da categoria ‘Curiosidades’

UFPE 3 mauricio-de-nassau
UFPE x Maurício de Nassau: a melhor e a pior de Pernambuco

Os resultados divulgados ontem pelo MEC para as instituições de ensino superior mostram bem a face das universidades e faculdades no Brasil.

Na verdade não há muita novidade no que foi divulgado. Era o esperado, depois da mercantilização do ensino que se instalou no país.

Como deixaram o “mercado” regular a qualidade das universidades e faculdades, nada melhor do que um belo ranking para que os estudantes saibam onde estudar.

Vamos aos fatos.

Entre as 10 melhores universidades do país, apenas uma não é pública: a PUC do Rio de Janeiro. Na prática é uma das poucas instituições privadas que possui pesquisa de qualidade.

Das quatro universidades daqui, a UFPE é a primeira (23a. do país, com 353 pontos), seguida da UFRPE (73o, com 272 pontos), da UNICAP (84a., com 263 pontos), e da UPE (132a., com 224 pontos). O universo foi de 172 universidades pesquisadas.

O CEFET, que é um Centro Universitário, ficou com 324 pontos, atrás apenas da UFPE, se considerarmos na listagem com as universidades.

Entre as faculdades e cursos isolados, em um total de 1.526 instituições, o que chamou a atenção foi a colocação da Maurício de Nassau. Foi a quarta pior instituição do país, com apenas 85 pontos. Conseguiu ficar atrás de instituições que ninguém conhece, como a Faculdade Decisão, a FAJOLCA, a FABEJA e a FAFOPAI.

PS: A Faculdade Maurício de Nassau entrou em contato com o blog, explicando as razões (convincentes) para o baixo resultado. Veja aqui.

A melhor instituição desse grupo em Pernambuco foi a Faculdade Marista, com 348 pontos. As notas das faculdades isoladas de Pernambuco não foram ruins, ao contrário do que muitos podem pensar.

As 10 melhores de Pernambuco foram:

  1. Faculdade Marista – 343 pontos
  2. Instituto Salesiano de Filosofia – 311
  3. Faculdade do Agreste de Pernambuco – 303
  4. Faculdade Santa Maria – 297
  5. Faculdade de Direito de Caruaru – 283
  6. Instituto Superior de Educação de Floresta – 279
  7. Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão – 252
  8. Faculdade Boa Viagem – 246
  9. Faculdade de Enfermagem de Arcoverde – 245
  10. Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina – 241

Para quem deseja os resultados detalhados, a melhor opção é ir ao site do INEP e baixar a planilha do IGC. Lá também estão os detalhes da metodologia da pesquisa oficial do MEC.

Abaixo vai apenas a colocação completa das instituições avaliadas em Pernambuco.

  1. Faculdade Marista
  2. Instituto Salesiano de Filosofia
  3. Faculdade do Agreste de Pernambuco
  4. Faculdade Santa Maria
  5. Faculdade de Direito de Caruaru
  6. Instituto Superior de Educação de Floresta
  7. Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão
  8. Faculdade Boa Viagem
  9. Faculdade de Enfermagem de Arcoverde
  10. Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina
  11. Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Caruaru
  12. Faculdades Integradas Barros Melo
  13. Faculdade de Enfermagem de Belo Jardim
  14. Faculdade Integrada do Recife
  15. Faculdade de Ciências Humanas de Olinda
  16. Instituto Superior de Educação de Pesqueira
  17. Focca – Faculdade de Olinda
  18. Centro de Ensino Superior do Vale São Francisco
  19. Faculdade Santa Helena
  20. Faculdade de Ciências Humanas do Sertão Central
  21. Faculdade de Odontologia do Recife
  22. Faculdade Frassinetti do Recife
  23. Instituto Pernambuco de Ensino e Cultura
  24. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco
  25. Faculdade do Vale do Ipojuca
  26. Faculdade Integrada de Pernambuco
  27. Faculdade Metropolitana da Grande Recife
  28. Faculdade Salesiana do Nordeste
  29. Faculdade dos Guararapes
  30. Centro de Ensino Superior de Arcoverde
  31. Faculdade de Ciências de Timbaúba
  32. Faculdade de Odontologia de Caruaru
  33. Instituto Pernambucano de Ensino Superior
  34. Escola Superior de Marketing
  35. Escola Superior de Relações Públicas
  36. Faculdade de Ciências Contábeis de Recife
  37. Faculdade de Formação de Professores de Araripina
  38. Faculdade de Ciências da Administração do Limoeiro
  39. Faculdade da Escada
  40. Faculdade Escritor Osman da Costa Lins
  41. Instituto de Ensino Superior de Piedade
  42. União de Escolas Superiores da Funeso
  43. Faculdade de Ciências da Administração de Garanhuns
  44. Faculdade de Ciências Humanas de Pernambuco
  45. Faculdade Européia de Administração e Marketing
  46. Faculdade de Educação Superior de Timbaúba
  47. Faculdade de Formação de Professores de Belo Jardim
  48. Faculdade de Formação de Professores de Afogados da Ingazeira
  49. Faculdade José Lacerda Filho de Ciências Aplicadas
  50. Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul
  51. Faculdade de Formação de Professores de Goiana
  52. Faculdade de Ciências Humanas Esuda
  53. Faculdade de Ciências Humanas e Sociais de Igarassu
  54. Faculdade Decisão
  55. Faculdade Luso-Brasileira
  56. Instituto de Ensino Superior de Olinda
  57. Faculdade Maurício de Nassau

Burlando firewall

Publicado: agosto 26, 2008 em Burlar, Curiosidades, dicas

http://www.google.com/translate?langpair=en|en&u=orkut.com

Entendeu ?

rsrsrs !!!!

Teoria do Caos

Publicado: agosto 26, 2008 em Ciência, Curiosidades, matemática, Pessoal


Símbolo da teoria do caos

A teoria estabelece que uma pequena mudança ocorrida no início de um evento qualquer pode ter conseqüências desconhecidas no futuro. Isto é, se você realizar uma ação nesse exato momento, essa terá um resultado amanhã, embora desconhecido. O meteorologista norte-americano Edward Lorenz descobriu, no início da década de 1960, que acontecimentos simples tinham um comportamento tão desordenado quanto à vida. Ele chegou a essa conclusão após testar um programa de computador que simulava o movimento de massas de ar.

Em busca de uma resposta Lorenz teclou um dos números que alimentavam os cálculos da máquina com algumas casas decimais a menos, na expectativa de que o resultado tivesse poucas mudanças. No entanto, a pequena alteração transformou completamente o padrão das massas de ar. Segundo ele seria como se o bater das asas de uma borboleta no Brasil causasse, tempos depois, um tornado no Texas. Fundamentado em seus estudos, ele formulou equações que demonstravam o “efeito borboleta”. Origina-se assim a Teoria do Caos. Alguns cientistas concluíram também que a mesma imprevisibilidade aparecia em quase tudo, do número de vezes que o olho pisca até a cotação da Bolsa de Valores. Para reforçar essa teoria, na década de 1970 o matemático polonês Benoit Mandelbrot notou que as equações de Lorenz coincidiram com as que ele próprio havia feito quando desenvolveu os fractais (figuras geradas a partir de fórmulas que retratam matematicamente a geometria da natureza, como o relevo do colo, etc.). A junção do experimento de Lorenz com a matemática de Mandelbrot indica que a Teoria do Caos está na essência de tudo, dando forma ao universo.

Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola

Um homem que dirigia um carro alugado foi parar nos trilhos do trem ao seguir as coordenadas informadas pelo aparelho de GPS do veículo, informou o site Engadget.

O carro enguiçou no momento em que o consultor de computação passava sobre os trilhos, enquanto uma locomotiva em alta velocidade seguia na direção do veículo. O motorista não se feriu, pois conseguiu sair do carro antes do choque, mas o veículo ficou totalmente destruído, após ser arrastado por cerca de 30 metros.

O acidente ocorreu na quarta-feira (02/01), em Bedford Hills, em Nova York, após o motorista ter virado à direita conforme as instruções do GPS, passando sobre os trilhos. Mas o carro parou de funcionar de repente e o homem pulou do veículo e ainda tentou acenar para o maquinista frear, antes de o carro ser atingido pela locomotiva que estava a cerca de 96 km/h, explicou o porta-voz da ferrovia Metro-North, Dan Brucker, ao site da CNN.

Devido ao acidente, cerca de 500 passageiros ficaram presos no trem por mais de duas horas durante o horário do rush na noite de quarta-feira, acrescentou o porta-voz.

Fonte: http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=16581&sec=6

Sistema elétrico – { Automóvel }

Publicado: dezembro 18, 2007 em Curiosidades


Cerca de 1000 metros de fio unem os componentes elétricos num automóvel atual. Todos os fios da instalação, à exceção das ligações à massa, à bateria e aos cabos de alta tensão da ignição, apresentam cores diversas, que correspondem a um código de identificação. Na maioria dos automóveis, o código está normalizado a fim de permitir reconhecer rapidamente os diferentes circuitos ao efetuar-se qualquer reparação.
A bateria atua como reservatório de energia que fornece ao sistema quando o motor está parado; quando trabalha a um regime superior da marcha lenta, o alternador supre todas as necessidades de energia do automóvel e carrega a bateria. Para manter o motor do automóvel em funcionamento são apenas solicitados alguns elementos do sistema elétrico; os restantes fazem funcionar as luzes, limpadores de para brisas e outros acessórios. Alguns destes, como a buzina, por exemplo, são considerados obrigatórios por lei, sendo muitos outros considerados extras.
Instalação dos diferentes circuitos – A corrente do sistema elétrico de um automóvel é fornecida pela bateria – quando o motor não esta funcionando – e pelo gerador, normalmente um dínamo que foi substituído por um alternador, que fornece a corrente necessária para o número, sempre crescente, de acessórios elétricos que os automóveis modernos incluem.
Sempre que o motor estiver parado, toda a corrente utilizada tem a voltagem (tensão) da bateria (normalmente 12 volts). Com o alternador em funcionamento, a corrente é utilizada aproximadamente à tensão de 14,8 volts, exceto a que é fornecida às velas de ignição, que é elevada para mais de 30 000 volts por meio de sistema da ignição.
Uma das principais funções do sistema elétrico consiste em produzir a faísca, que permite a explosão, nos cilindros, da mistura comprimida a gasolina e o ar, além de tornar possível o arranque do motor térmico por meio do motor de arranque. O sistema elétrico de um veículo está dividido em circuitos, cada um dos quais com diferentes funções básicas e comandos. São eles o circuito de ignição, o circuito de arranque, o circuito da carga da bateria, o circuito das luzes e os circuitos acessórios, por vezes, comandado pelo interruptor da ignição e, na maior parte dos casos, protegidos por um fusível.
Um fusível fundido (queimado) indica, quase sempre, que há uma avaria em qualquer outro ponto que não seja o próprio fusível, tal como sobrecarga de um circuito (partindo-se do principio de que foi utilizado o fusível adequado). Os componentes elétricos de um automóvel estão ligados através de interruptores a um dos lados da bateria, estando o outro lado ligado à carroceria ou ao chassi, isto é, à massa. Deste modo, o circuito de qualquer componente completa-se através da carroceria que desempenha naquele a função de um fio, o do retorno à massa.
Este processo de ligação à massa não só economiza cerca de 30 metros de fio de cobre, mas também reduz a possibilidade de interrupção no circuito e simplifica a localização de avaria e a instalação de extras. Recorre-se a fios de diferentes diâmetros para possibilitar a passagem da corrente necessária, sem causar aquecimento do fio. Assim, na ligação entre o motor de arranque e a bateria, por exemplo, utiliza-se um fio de diâmetro muito maior que as dos restantes fios, porque a corrente que o atravessa chega a atingir de 300 a 400 A. Nos esquemas elétricos, as cores dos fios são normalmente indicadas por meio de letras.
“Copyright (C) 2001-2002 – Direitos reservados e registrados pelo escritor Paulo G. Costa

Transmissão – { Automóvel }

Publicado: dezembro 18, 2007 em Curiosidades


A transmissão comunica às rodas a potência do motor transformada em energia mecânica. Num automóvel convencional, com motor dianteiro, a transmissão tem inicio no volante do motor e prolonga-se através da embreagem, da caixa de câmbio, do eixo de transmissão e do diferencial até as rodas de trás.
Os automóveis com motor à frente e com tração dianteira ou com o motor atrás e tração nas rodas de trás dispensam o eixo transmissão sendo, neste caso, o movimento transmitido por meio de eixos curtos.
A embreagem, que se situa entre o volante do motor e a caixa de cambio, permite desligar a energia motriz da parte da parte restante da transmissão para libertar esta do torque quando as mudanças são engrenadas ou mudadas.

Função da caixa de câmbio – Um automóvel, quando se movimenta ou sobe uma encosta, necessita de um torque superior àquele de que precisa quando se desloca a uma velocidade constante numa superfície plana. A caixa de câmbio permite ao motor fornecer às rodas a força motriz apropriada a todas as condições de locomoção. Assim, quanto maior for o número de rotações ao virabrequim em relação ao número de rotações das rodas, maior será a força motriz transmitida às rodas, verificando-se, ao mesmo tempo, uma proporcional redução da velocidade do automóvel. Várias engrenagens são utilizadas para permitir uma ampla gama de desmultiplicações, ou reduções.
A transmissão final, ou conjunto do eixo traseiro inclui um mecanismo – o diferencial – que permite às rodas girarem a diferentes velocidades. A energia mecânica é finalmente transmitida às rodas motrizes por meio de um semieixo existente em cada um dos lados do diferencial.

Transmissão automática – Os automóveis apresentam, geralmente, uma embreagem acionada por um pedal e uma alavanca de mudanças.
Existem, contudo, outros sistemas de transmissão: transmissão semiautomática ou totalmente automática. No primeiro caso, o motorista apenas tem de selecionar as mudanças; já no segundo caso, as mudanças são selecionadas mudadas por meio de um mecanismo de comando que funciona de acordo com a velocidade do automóvel e com a utilização do acelerador.
Além da disposição de motor dianteiro e tração traseira, existem outros sistemas que dispensam o eixo de transmissão pelo fato de incluírem um motor que forma conjunta com a caixa de cambio e o diferencial.

Tal conjunto pode ser montado longitudinal ou transversalmente em relação ao chassi e mover as rodas, quer seja a da frente, quer seja a de trás. Quando o motor é montado transversalmente, não é necessária qualquer alteração (90º) da direção do movimento, pois todos estão paralelos aos eixos das rodas.
O diferencial faz parte integrante da caixa de cambio ou está ligado a esta que, por sua vez, está fixa ao chassi. Desta forma, num piso regular, as rodas podem subir e descer em relação ao diferencial.
Todos os automóveis com tração à frente e também alguns com tração traseira, apresentam cardans ou homocinéticas nas extremidades dos semi eixos. Nos automóveis com tração dianteira estas homocinéticas suplementares são necessárias para que as rodas possam girar quando se muda de direção.

“Copyright (C) 2001-2002 – Direitos reservados e registrados pelo escritor Paulo G. Costa

Motor – { Automóvel }

Publicado: dezembro 18, 2007 em Curiosidades


O motor é a fonte de energia do automóvel. Converte a energia calorífica produzida pela combustão da gasolina em energia mecânica, capaz de imprimir movimento nas rodas. O carburante, normalmente constituído por uma mistura de gasolina e ar (a mistura gasosa), é queimado no interior dos cilindros do motor.
A mistura gasosa é formada no carburador ou calculada pela injeção eletrônica, nos motores mais modernos, e admitida nas câmaras de explosão. Os pistões, que se deslocam dentro dos cilindros, comprimem a mistura que é depois inflamada por uma vela de ignição. À medida que a mistura se inflama, expande-se, empurrando o pistão para baixo.
O movimento dos pistões para cima e para baixo é convertido em movimento rotativo pelo virabrequim ou eixo de manivelas o qual, por seu turno, o transmite às rodas através da embreagem, da caixa de câmbio, do eixo de transmissão e do diferencial. Os pistões estão ligados ao virabrequim pelas bielas. Uma árvore de cames, também conhecida por árvore de comando de válvulas, movida pelo virabrequim, aciona as válvulas de admissão e escapamento situadas geralmente na parte superior de cada cilindro.

A energia inicial necessária para por o motor em movimento é fornecida pelo motor de arranque. Este engrena numa cremalheira que envolve o volante do motor, constituído por um disco pesado, fixado à extremidade do virabrequim ou árvore de manivelas.
O volante do motor amortece os impulsos bruscos dos pistões e origina uma rotação relativamente suave ao virabrequim. Devido ao calor gerado por um motor de combustão interna, as peças metálicas que estão em contínuo atrito engripariam se não houvesse um sistema de arrefecimento.
Para evitar desgastes e aquecimento excessivos, o motor inclui um sistema de lubrificação. O óleo, armazenado no cárter sob o bloco do motor, é obrigado a circular sob pressão através de todas as peças do motor que necessitam de lubrificação.

“Copyright (C) 2001-2002 – Direitos reservados e registrados pelo escritor Paulo G. Costa